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4 de jun. de 2012

Comité por la retirada de las tropas argentinas y del Comité Solidaridad por Haití


1° de junio 2012: Jornada continental por el retiro inmediato de la Minustah de Haití

Buenos Aires: Delegación al Ministerio de Relaciones Exteriores



La delegación del Comité por la retirada de las tropas argentinas y del Comité Solidaridad por Haití :

Fernando Pita, CTA-capital*; Cecilia Córdoba, Juventud Rebelde-Rebelión*;  Manuel Martínez, Socialismo Libertario*; Ricardo Properzi, PSTU; Ezequiel Slafer; Antoine B. Simounet.     
(* Integra la Articulación de movimientos sociales hacia el ALBA, capitulo Argentina)




Las circunstancias

Toda vez que la Dirección de Ámerica Central, Caribe y México todavía
no había contestado al mail de solicitud de reunión, la delegación nos pidió (a Fernando Pita y a Antoine B. Simounet) de entregar en Mesa de Entrada el mandato adoptado y la Carta Abierta a la Presidenta.
La empleada de la Mesa de Entrada nos mando al 11° piso a la secretaria de la Dirección en cuestión para entregar directamente la documentación.
La secretaria no estaba y luego de un corto momento de espera, Andrea Rosconi - a cargo de la Dirección de América Central, Caribe y México- se presento a la puerta de la oficina y nos recibió.

La entrevista con  Andrea Rosconi, Directora de Ámerica Central, Caribe y México

Andrea Rosconi se presentó. Nos explicó que justo volvía de Haití y que no había recibido el mail de solicitud de reunión.
Le entregamos el Mandato y la Carta Abierta explicándole las reivindicaciones de nuestras organizaciones respecto a la ocupación militar de Haití: el retiro inmediato e unilateral de las tropas argentinas y el respeto de la soberanía del pueblo haitiano.
La Directora nos contestó que los cascos azules no era un tema de su competencia sino de la Dirección de Organizaciones Internacionales  a cargo del Ministro Pablo Tettamanti y nos propuso organizar una reunión con el en su presencia para la semana del 10 de junio; lo cual nos pareció muy positivo, incluso para que toda la delegación pueda participar.
Explic         amos a la Directora el contexto de la jornada continental en este día fecha del octavo aniversario de la ocupación militar de Haití y de la cual participan numerosas organizaciones del movimiento obrero y democrático de todo el continente. Le entregamos el primer boletín del Comité Continental que ilustra la iniciativa.
Hicimos 2 preguntas respecto a la soberanía de Haití:       

1/ “¿Se puede considerar como una medida conforme a la soberanía nacional, la organización de elecciones a la presidencia bajo el control de tropas extranjeras, y que fueron rechazadas por los haitianos incluso con marchas, mientras la Comisión Electoral Provisoria reconocía 76 % de abstención y designaba en un secreto absoluto, sin ningún control, al candidato victorioso Martelly? Como entender que la ONU reconoció el fraude y en el mismo tiempo reconoció a Martelly como Presidente?”


Repuesta: “Es verdad que hubo polémica respecto a esta elección, con el balotaje. Pero lo que más nos interesa es que ahora tenemos a un nuevo Primer Ministro Lamothe que parece preocupado por la integración regional de Haití. Es un gran cambio respecto a su predecesor”

2/ “Que tipo de relación se puede desarrollar con una administración de la cual cada decisión concreta está condicionada a la aprobación de la Comisión interina dirigida por Bill Clinton?”

Repuesta: “Esta comisión estuvo muy criticada, y es una razón por la cual estuvo disuelta el 12 de marzo pasado. Ahora es el Ministerio haitiano de Planificación y de Cooperación Externa que maneja los fundos de las inversiones extranjeras.”
Hablando de la misma comisión, la Directora agregó: “no reconstruyeron el país”.

De nuestro punto de vista, este mismo balance involucra a los cascos azules presentados con cinismo como una fuerza humanitaria de asistencia. Sera el objeto de la próxima delegación en la semana del 10 de junio de establecer la relación entre la situación material del país y la violación de la soberanía nacional de Haití. ¿Se puede reconstruir el país sin soberanía, en situación de ocupación militar por fuerzas extranjeras? ¿La opresión permite la reconstrucción?

      

Fernando Pita (CTA-cap), Antoine B. Simounet, integrantes del Comité
  

16 de abr. de 2012

Comitê de Acompanhamento da Comissão Internacional de Investigação Sobre o Haiti


COMITÊ DE ACOMPANHAMENTO DA COMISSÃO INTERNACIONAL
DE INVESTIGAÇÃO SOBRE O HAITI (*)
COLETIVO DE MOBILIZAÇÃO PARA INDENIZAÇÃO DAS VÍTIMAS DO CÓLERA (**)


English    Español    Français
                                                                                                                                         
 Às organizações sindicais, políticas, populares e democráticas de todo o mundo,
Chamado por uma Jornada Internacional de solidariedade e de mobilização com os trabalhadores e o povo do Haiti em 1º de junho de 2012 

Desde junho de 2004, uma força de ocupação multinacional instalou-se em nosso país, sob o patrocínio das Nações Unidas. Sua missão oficial é "estabilizar" o Haiti. Mas por trás desse objetivo declarado, sabemos que a força de ocupação está presente para garantir o projeto do imperialismo no Haiti: proteger os interesses das empresas multinacionais e da burguesia local.

Em 1 de junho de 2012, fará oito anos a presença da MINUSTAH no Haiti. Durante esses oito anos, esta força chamada estabilizadora tornou-se tristemente célebre por seus abusos contra o povo haitiano. Muitos casos de violações de direitos (estupro, roubo, violação do espaço universitário) são conhecidos por todos e foram amplamente denunciados por organizações de Direitos Humanos, por organizações sindicais e populares. A introdução da epidemia do cólera pela MINUSTAH veio agravar essa ferida. Mais de 7.000 foram mortos pelo cólera e mais de foram 500.000 infectados.

Diante dessa situação alarmante, presenciamos em nosso país uma onda crescente de ódio e de mobilização contra a MINUSTAH. É nesse contexto que o Comitê de Acompanhamento e o Coletivo de Mobilização para a Indenização das Vítimas do Cólera  já organizaram diversas atividades de propaganda e mobilização para exigir a retirada imediata da MINUSTAH e a indenização das vítimas pela Nações Unidas.

A mobilização deverá seguir seu curso, até a vitória final.

No Haiti e no exterior, principalmente na região do Caribe e no continente americano, muitas atividades de mobilização já foram organizadas. Em 5 de novembro de 2011, num Ato Continental, em São Paulo, representantes do Brasil e mais 6 países propuseram a criação de um Comite Continental pela Retirada Imediata das tropas da ONU do Haiti, e a organização de uma Jornada Continental  no dia 1º Junho de 2012, data do 8º aniversário da intervenção da MINUSTAH.
A Conferência Caribenha, em Cap Haitien, reunida de 16 a 18 novembro de 2011, assumiu, por unanimidade, esta proposta. No espírito dessa resolução, nós, organizações haitianas, membros do Comitê de Seguimento e do Coletivo, fazemos um chamado para participarem conosco nesta jornada internacional de solidariedade e mobilização com os trabalhadores e o povo do Haiti, assegurando seu pleno sucesso. 

Juntos exigimos:
1. A anulação total e incondicional de todas as dívidas do Haiti,
2Fim das políticas de ajuste estrutural,
3. Pagamento pela França de 21 bilhões de dólares devidos à República do Haiti,
4. Retirada imediata das forças de ocupação,
5. Fim da CIRH (Comissão Interina de Reconstrução do Haiti, dirigida pelo ex-presidente americano Bill Clinton),
6. Indenização para todas as vítimas da MINUSTAH, pelas Nações Unidas.

Pelo Comite de Acompanhamento: Petit-Jean Derinx
Pelo Coletivo: Yves Pierre-Louis

(*) composto por Central Autônoma dos Trabalhadores do Haiti -CATH, Central dos Trabalhadores do Setor Público- CTSP, União Nacional dos Professores do Haiti - Unnoh, Modep, Rona,Chandel, entre outros;
(**)composto por Tèt Kole Oganizasyon Popilè yo (Organização Popular de Lideranças Coligadas) , Unnoh, Modep, Molegaf, KRD, Sèk Gramsci, GREPS, Chandel, AVS, Batay Ouvriye, Bri Kouri Nouvèl Gaye, ACREF

15 de set. de 2011

Ato Continental pela retirada imediata das tropas da ONU do Haiti

DIA 5 DE NOVEMBRO,
EM SÃO PAULO • 15 HORAS


Câmara dos Vereadores de São Paulo
(Salão Nobre - 8º. Andar)

Viaduto Jacareí, 100 – Centro
(próx. ao Metro Anhangabaú)

Comitê “Defender o Haiti é Defender a nós mesmos”
Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo - ALESP

Contatos e novas adesões: comitedefenderhaiti@uol.com.br


Ato Continental pela retirada imediata das tropas da ONU do Haiti

DIA 5 DE NOVEMBRO,
EM SÃO PAULO • 15 HORAS


Câmara dos Vereadores de São Paulo
(Salão Nobre - 8º. Andar)

Viaduto Jacareí, 100 – Centro
(próx. ao Metro Anhangabaú
)
Em outubro, o Conselho de Segurança da ONU discute a renovação por mais um ano da “Missão pela Estabilização do Haiti” (MINUSTAH). O relatório do secretário-geral da ONU indica a renovação do mandato das tropas.


No Brasil, o novo ministro da Defesa, Celso Amorim declarou que “é hora de discutir uma saída organizada, inclusive com as Nações Unidas, claro. Não sei se em agosto, dezembro, janeiro, não é o que importa” (Folha de S. Paulo, 10.08.11).

No Haiti, milhares de haitianos continuam saindo às ruas exigindo a retirada das tropas. Várias organizações democráticas, populares e sindicais do Haiti se posicionaram pela retirada do que chamam de “tropas de ocupação”. O recente congresso da Central Autônoma dos Trabalhadores Haitianos (CATH), por exemplo, exigiu a “anulação total e incondicional da dívida do Haiti, a retirada imediata de todas as forças de ocupação da MINUSTAH e a reparação dos danos gerados pelo cólera trazido ao país pelas tropas” (*).

O povo está farto da ocupação, que pisoteia sua soberania. Somos solidários, queremos ver o povo do Haiti livre. Já passou da hora do Brasil retirar suas tropas!
São mais de 7 anos de ocupação, com o Brasil liderando tropas de 42 países, sobre as quais pesam acusações de violação, repressão ao movimento dos trabalhadores operário e assassinato de lideranças haitianas.

A Presidente Dilma deve tomar a iniciativa, trazendo de volta o contingente brasileiro.
O que o Haiti necessita é de médicos, enfermeiros, engenheiros, ajuda técnica e material para a sua reconstrução, e não de soldados para reprimir as legítimas manifestações de seu povo.

Levantamos a bandeira da imediata retirada imediata da MINUSTAH!

Convidamos todos para um Ato Continental, com representantes de outros países do continente, que lutam pela retirada da MINUSTAH.

São Paulo, Agosto de 2011


(*) a ONU finalmente reconheceu que o vibrião do cólera foi introduzido no país pelo contingente do Nepal; ele contaminou 300 mil e matou 5.800 haitianos; o custo anual da MINUSTAH, US$ 850 milhões, é nove vezes o que a ONU gastou com a epidemia.