22 de jun. de 2012
Capacetes azuis brasileiros perturbam as aulas na Faculdade de Ciências Humanas
Repúdio às Tropas da Minustah – Batalhão Brasileiro – na Faculdade de Ciências Humanas de Porto Príncipe
4 de jun. de 2012
Comité por la retirada de las tropas argentinas y del Comité Solidaridad por Haití
1° de junio 2012:
Jornada continental por el retiro inmediato de la Minustah de
Haití
Buenos Aires:
Delegación al Ministerio de Relaciones Exteriores
|
Organizaciones piden salida de la Minustah
Diario Libre. lunes 4 de junio 2012
1 de jun. de 2012
“A Minustah é o braço armado das multinacionais”
15 de mai. de 2012
Chamado por uma Jornada Internacional de solidariedade e de mobilização com os trabalhadores e o povo do Haiti em 1º de junho de 2012
2. Fim das políticas de ajuste estrutural
3. Pagamento pela França de 21 bilhões de dólares devidos à República do Haiti
4. Retirada imediata das forças de ocupação
5. Fim da CIRH (Comissão Interina de Reconstrução do Haiti, dirigida pelo ex-presidente americano Bill Clinton)
6. Indenização para todas as vítimas da MINUSTAH, pelas Nações Unidas.
16 de abr. de 2012
Comitê de Acompanhamento da Comissão Internacional de Investigação Sobre o Haiti
Em 1 de junho de 2012, fará oito anos a presença da MINUSTAH no Haiti. Durante esses oito anos, esta força chamada estabilizadora tornou-se tristemente célebre por seus abusos contra o povo haitiano. Muitos casos de violações de direitos (estupro, roubo, violação do espaço universitário) são conhecidos por todos e foram amplamente denunciados por organizações de Direitos Humanos, por organizações sindicais e populares. A introdução da epidemia do cólera pela MINUSTAH veio agravar essa ferida. Mais de 7.000 foram mortos pelo cólera e mais de foram 500.000 infectados.
Diante dessa situação alarmante, presenciamos em nosso país uma onda crescente de ódio e de mobilização contra a MINUSTAH. É nesse contexto que o Comitê de Acompanhamento e o Coletivo de Mobilização para a Indenização das Vítimas do Cólera já organizaram diversas atividades de propaganda e mobilização para exigir a retirada imediata da MINUSTAH e a indenização das vítimas pela Nações Unidas.
A mobilização deverá seguir seu curso, até a vitória final.
No Haiti e no exterior, principalmente na região do Caribe e no continente americano, muitas atividades de mobilização já foram organizadas. Em 5 de novembro de 2011, num Ato Continental, em São Paulo, representantes do Brasil e mais 6 países propuseram a criação de um Comite Continental pela Retirada Imediata das tropas da ONU do Haiti, e a organização de uma Jornada Continental no dia 1º Junho de 2012, data do 8º aniversário da intervenção da MINUSTAH.
Juntos exigimos:
1. A anulação total e incondicional de todas as dívidas do Haiti,
2. Fim das políticas de ajuste estrutural,
3. Pagamento pela França de 21 bilhões de dólares devidos à República do Haiti,
4. Retirada imediata das forças de ocupação,
5. Fim da CIRH (Comissão Interina de Reconstrução do Haiti, dirigida pelo ex-presidente americano Bill Clinton),
6. Indenização para todas as vítimas da MINUSTAH, pelas Nações Unidas.
8 de dez. de 2011
Resolução Conferencia Caribenha Haiti
“ATUEMOS JUNTOS POR UM HAITI SOBERANO”
FORA MINUSTAH!
Resolução adotada pela Conferência
Vertières (Cap-Haitien), 18 de novembro de 2011
Nós, organizações sindicais, políticas e movimentos populares dos EUA, França e do Caribe, notadamente de Guadalupe, Trinidad e Tobago, Dominica, Martinica e Haiti, bem como representantes da Associação dos Trabalhadores e dos Povos do Caribe (ATPC) e do Acordo Internacional dos Trabalhadores e dos Povos, nos reunimos em Cap Haitien em 16, 17 e 18 de novembro de 2011, após a instauração, em setembro de 2009, em Porto Príncipe, da Comissão Internacional de Investigação e do Comitê de Acompanhamento , para melhor compreender e lutar contra a ocupação sofrida pelo Haiti há mais de sete anos e buscarmos juntos maneiras de pôr fim a essa ocupação da MINUSTAH e adotar as resoluções apropriadas.
Confira o manifesto completo aqui.
24 de nov. de 2011
CONFERENCIA CARIBENHA DE CAP HAITIEN (HAITI)
"PELA RETIRADA DAS TROPAS DE OCUPAÇÃO DA MINUSTAH"
Em 16, 17 e 18 de novembro aconteceu em Cap Haytien (Haiti) uma Conferência Caribenha para a restauração da soberania do povo haitiano livre da ocupação militar, que, sob cobertura da ONU (MINUSTAH), ocupa há oito anos o país, colocado sob a tutela de um "governo" de fato dirigido por um "pro-cônsul" americano, Bill Clinton, como parte da "missão" para a chamada "reconstrução do Haiti", da qual o povo haitiano não viu e não verá a cor, especialmente o milhão e meio de haitianos que ainda vivem em barracas dois anos após o terremoto que devastou uma grande parte da capital e várias outras cidades.
A escolha da data e local para esta conferência não foi um acaso. Foi em 18 de novembro de 1803, em Vertière, atual território do município de Cap Haitien, que o exército de escravos negros insurgentes impôs a derrota final às tropas francesas de Napoleão, vindas para restaurar a escravidão. Estabeleciam, assim, as bases da primeira república negra.
Reunidos por iniciativa da ATPC (Aliança dos Trabalhadores e dos Povos do Caribe), da CATH (Central Autônoma dos Trabalhadores do Haiti), com o apoio do Acordo Internacional dos Trabalhadores, duas semanas após ter acontecido em São Paulo (Brasil) um Ato Continental sobre o mesmo tema, delegados de vários estados, dirigentes de sindicatos, de associações
populares, estudantes e camponeses haitianos, bem como os delegados estrangeiros de Guadalupe, Martinica, Dominica, França, Estados Unidos, de Trinidad e Tobago... debateram durante estes dois dias e meio as consequências econômicas, sociais, sanitárias e políticas da ocupação.
Eles definiram coletivamente as próximas etapas da mobilização, que deve continuar crescendo até a retirada da Minustah e a recuperação pelo povo de sua plena soberania. Assumiram a resolução principal do Ato de São Paulo de chamar para 1º de junho próximo um dia internacional pela retirada da Minustah e pela soberania do povo haitiano.
Na sexta-feira, 18 de novembro, um feriado nacional no Haiti, os delegados levantaram uma faixa exigindo a saída da MINUSTAH no "Monumento aos Heróis", que celebra a vitória de Vertière, onde se pronunciaria o presidente fantoche Michel Martelli, eleito ao final de
eleições fraudulentas, completamente controladas pelas grandes potências imperialistas para justificar a perpetuação da ocupação.
10 de nov. de 2011
Central Sindical do Uruguai
E agrega que o o Congresso da entidaderesolveu, por unanimidade " condena duramente a ocupação do Haiti e exigeque as tropas uruguaias não participem da ocupação, que humilha o povo haitiano e nos humilha.
Uma vez mais exigimos a imediata retirada das tropasdo Haiti."
[clique aqui para ver o documento integral]
8 de nov. de 2011
Central de los Trabajadores de Argentina
Estimados compañeros y compañeras
Desde la Central de los Trabajadores de Argentina (CTA) de la Ciudad de Buenos AIres queremos hacer llegar a este encuentro nuestro saludo solidario.No nos será posible estar allí presentes como era nuestro compromiso, pero queremos hacerlo a través de esta carta.
El pueblo argentino no ha sido nunca consultado con el envío de tropas a un hermano país, si así lo hicieran confiamos que el sentir popular se pronunciaría por la solidaridad espiritual y material que siempre la ha caracterizado a través de sus organizaciones populares y sus instituciones civiles. Y que rechazaría este solidaridad de cascos y de prepotencia. Nunca se llamará solidaridad la intervención polÍtica a otro país hermano.
En estos días hemos leído las reflexiones del periodista y escritor Eduardo Galeano, vayan a modo de saludo a este Congreso y con ellas nuestra fraternidad:
"¿Hasta cuándo seguirán los soldados extranjeros en Haití? Ellos llegaron para estabilizar y ayudar, pero llevan siete años desayudando y desestabilizando a este país que no los quiere.
La ocupación militar de Haití está costando a las Naciones Unidas más de 800 millones de dólares por año.
Si las Naciones Unidas destinaran esos fondos a la cooperación técnica y la solidaridad social, Haití podría recibir un buen impulso al desarrollo de su energía creadora. Y así se salvaría de sus salvadores armados, que tienen cierta tendencia a violar, matar y regalar enfermedades fatales.
Haití no necesita que nadie venga a multiplicar sus calamidades. Tampoco necesita la caridad de nadie. Como bien dice un antiguo proverbio africano, la mano que da está siempre arriba de la mano que recibe.Pero Haití sí necesita solidaridad, médicos, escuelas, hospitales, y una colaboración verdadera que haga posible el renacimiento de su soberanía alimentaria, asesinada por el Fondo Monetario Internacional, el Banco Mundial y otras sociedades filantrópicas. Para nosotros, latinoamericanos, esa solidaridad es un deber de gratitud: será la mejor manera de decir gracias a esta pequeña gran nación que en 1804 nos abrió, con su contagioso ejemplo, las puertas de la libertad."
Saludos fraterno
Carlos Chile Huerta
Secretario de la Central de Trabajadores de Argentina de la CIudad de Buenos Aires
1 de nov. de 2011
Declarações das Delegações Internacionais
Porque estarei presente?
Nelson Guevara, secretario geral do Sindicato Mineiro de Huanuni, Bolívia: “A ONU financia as tropas para decidir o destino do povo haitiano e assegurar o controle dos recursos naturais. Em nome da pacificação, querem calar a voz dos povos pela libertação. Exigir a retirada das tropas do Haiti deve ser prioridade mundial dos povos. Os mineiros da Bolívia em seu 31º Congresso, realizado esse ano, discutiu, no plano internacional, a necessidade da unidade dos trabalhadores do mundo, isso coloca a solidariedade com o povo do Haiti na luta contra o capitalismo.”
Colia Clark, militante do NAACP, movimento pelos direitos civis, dos anos 60, EUA: “Estarei no Brasil para construir a solidariedade deste povo, com o povo dos Estados Unidos e com o Haiti. Tenho compromisso com a campanha pela retirada das tropas das Nações Unidas que ocupam este país. Em agosto passado estive, juntamente com um grupo de companheiros do Haiti, Guadalupe e EUA, no Alto Comando das Nações Unidas em Nova York, onde fomos recebidos e apresentamos os resultados da Comissão Internacional de Investigaçao sobre o Haiti. E pedimos, naquele momento, a retirada imediata das tropas, pois há um paralelo entre a opressão do povo haitiano e as guerras imperiais em todo o mundo.”
Kim Yves, do jornal Haiti Liberté, EUA: “Estarei no Ato para dar os braços aos irmãos e irmãs brasileiras em solidariedade contra a ocupação militar da ONU no Haiti. O Brasil está, a serviço de Washington, como o líder desta ocupação, há quase 8 anos. Este papel infame é justificado internacionalmente pela afirmação de que os haitianos são incapazes de se auto governar, que sem os chamados "soldados da paz", o Haiti cairia numa espiral de anarquia e violência. Eu quero conversar com meus companheiros do Brasil, e outros, sobre como podemos trabalhar juntos para expor e explodir essa mentira. Quero apresentar um relatório de como os telegramas secretos da Embaixada dos EUA, fornecidos pelo WikiLeaks ao Haiti Liberté, nos ajudam a elucidar o esmagamento da soberania do Haiti pelos Estados Unidos e outras nações. Nós, do Haiti Liberté, queremos ouvir as propostas que companheiros da América Latina têm para acelerar a retirada.
Hugo Domingues, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos (UNTMRA) e que vem ao ato representando a central PIT-CNT, Uruguai: “Vou ao ato porque é um ato pelo respeito à autodeterminação dos povos. Porque é uma intervenção militar, escudando-se na ONU como ajuda humanitária. Porque os EUA usaram o terremoto que assolou o povo haitiano, como desculpa para invadir esse povo irmão. O que lhes importa não é a sorte desse povo, mas quer ficar ali para dirigi-los e ficar com os recursos naturais. Fora todas as tropas militares do Haiti. Fora a invasão ianque”.
*Matéria publicada na edição 701 do Jornal O Trabalho
En una carta abierta a los presidentes de América Latina
Queremos expresar nuestro rechazo a la continua presencia en Haití de la Misión de Estabilización de la ONU, conocida como Minustah, y hacer una llamado a nuestros gobiernos para que retiren todo el personal militar de esta supuesta operación de paz.
Desde hace más de siete años, los soldados de nuestros países han participado en una ocupación militar injustificada e inmoral, que avanza la agenda de potencias extranjeras y viola continuamente la soberanía y la dignidad del pueblo de Haití.
En 2004 las tropas de la Minustah llegaron a Haití para apuntalar un régimen de facto. Durante el período de intensa represión que siguió, la Minustah llevó a cabo incursiones violentas en diversos barrios, en una clara estrategia de construcción del "enemigo", centrada en la persecución de las periferias pobres.
defecto, los gobiernos deben comenzar a retirar las tropas de manera unilateral y dejar de involucrar a nuestras naciones en un proyecto criminal e imperialista.
Ya es hora de sacar nuestros soldados y policías de Haití y mostrar nuestra verdadera solidaridad con este país hermano al que le debemos tanto.
Primeras firmas:
Apoio ao Ato Continental de São Paulo - México e Equador
México
No dia 3 de novembro está sendo preparado manifestação em frente a Embaixada dos Estados Unidos no México em Apoio ao Ato Continental de São Paulo a partir da coleta de assinaturas para impulsionar a participação de um delegado mexicano na atividade de São Paulo. As palavras de ordem que animam o Ato são: defender a soberania da nação haitiana é defender a soberania do México. Fora as tropas de ocupação do Haiti. Fora a policia gringa do México. Anulação do Plano Mérida!
Equador
No Encontro Nacional de Trabalhadores do Setor Elétrico convocado por ENLACE (Rede nacional dos Trabalhadores Elétricos do Equador), o Sindicato Nacional dos Trabajadores da ‘Corporación eléctrica del Ecuador “SINT-CELEC”, e do Sindicato de Trabalhadores da Empresa Pública de agua Potável e Saneamento, tirou carta se solidarizou ao Ato Continental de 5 de novembro e tirou carta dirigida ao Presidente da República, Rafael Correa, pedindo a imediata retirada dos contingentes militares que ocupam a república do Haití (ver carta).
Campanha pela Retirada das Tropas da ONU do Haiti no Peru
Na assembleia da CGTP (Central Geral dos Trabalhadores Peruanos) foi aprovada uma carta, dirigida ao presidente Ollanta Humala, que pede a imediata retirada dos soldados peruanos do Haití (veja carta abaixo) parte de atividade a favor do Ato Continental de São Paulo, que será entregue por uma delegação no Palácio do Governo, no dia 5/11.
CARTA AL SR. OLLANTA HUMALA, PRESIDENTE DE LA REPÚBLICA,
SOLICITÁNDOLE QUE ORDENE EL RETIRO INMEDIATO DE LAS TROPAS PERUANAS DE HAITI
¡Por la retirada inmediata de las tropas invasoras de la ONU de Haití!
¡Haití necesita médicos, enfermeros, ingenieros, ayuda material para su reconstrucción, y no soldados!
¡Por el retiro inmediato de los soldados peruanos que ocupan Haití!
Lima, 20 de octubre de 2011
Señor
Ollanta Humala Tasso
Presidente de la República
Palacio de Gobierno - Lima.-
ASUNTO: SOLICITA ORDENAR EL RETIRO INMEDIATO DE LAS TROPAS
PERUANAS DEL TERRITORIO DE HAITI
Los suscritos, dirigentes y activistas de organizaciones sindicales, populares, democráticas y antiimperialistas, ante el llamado hecho por el Comité “Defender a Haití es defendernos a nosotras y nosotros mismos” ALESP y un conjunto de diputados del Partido de los Trabajadores y dirigentes de la Central Única de Trabajadores de Brasil, para la realización de un ACTO CONTINENTAL POR LA RETIRADA DE LAS TROPAS DE LA ONU DE HAITÍ el 5 de noviembre en la ciudad Sao Paulo, Brasil; hacemos propicia la ocasión para dirigimos a su gobierno y demandarle que ordene el retiro inmediato de las tropas peruanas que se encuentran en Haití, formando parte del ejército de ocupación de la ONU, en la llamada Misión de las Naciones Unidas para la Estabilización de Haití – MINUSTAH.
La presente demanda, Sr. Presidente Ollanta Humala, es reiterativa al gobierno peruano, pues a través de una Carta fechada 01/05/2010 hicimos la misma demanda al ex Presidente Alan García manifestándole: “¿Qué hacen 366 soldados peruanos, reprimiendo y asesinando al pueblo haitiano en su propia tierra? ¿En nombre de qué intereses deben permanecer soldados peruanos en Haití, uno de los países más pobres de la tierra? Es en nombre de los intereses del imperialismo norteamericano y usted lo sabe Sr. Presidente.”; agregando que dicha demanda se le hacía “en nombre de la paz y del respeto del principio de autodeterminación de los pueblos,”
Culminó el mandato presidencial del Sr. Alan García y los soldados peruanos siguieron ocupando território haitiano, como continúan hasta hoy en la administración del nuevo gobierno que usted preside.
“Lo que Haití necesita es médicos, enfermeros, ingenieros, ayuda técnica y material para su reconstrucción, y no soldados que repriman las manifestaciones legítimas de su pueblo.” dicen los organizadores del Acto Continental Por la Retirada de las Tropas de la ONU de Haití, y tienen razón; como tiene razón cuando manifiestan que sobre las tropas de 42 países que ocupan Haití durante más de 7 años “pesan acusaciones de violaciones, represión a movimientos sociales y el asesinato de líderes haitianos.”
Miles de haitianos y haitianas continúan saliendo a las calles para exigir la retirada de las tropas. Varias organizaciones democráticas, populares y sindicales de Haití se han organizado en contra de ellas por considerarlas “tropas de ocupación”, como la Central Autónoma de los Trabajadores Haitianos (CATH), que en su reciente congreso exigió la “anulación total e incondicional de la deuda de Haití, la retirada inmediata de todas las fuerzas de ocupación de la MINUSTAH”.
Como es de vuestro conocimiento, Sr. Presidente, el Consejo de Seguriidad de la ONU ha decidido, el 14 de octubre pasado, prolongar por un año la ocupación militar en Haiti. ¡Inaceptable! ¡Ni un dia más deben permanecer los soldados peruanos en território haitiano!
POR LO EXPUESTO:
Demandamos a usted, como se le demandó al Sr. Alan Garcia, que en nombre de la paz y del respeto del principio de autodeterminación de los pueblos, ordene el retiro inmediato de las tropas peruanas del território de Haití, uno de los países más pobres de la tierra.
Hacemos de vuestro conocimiento que copia de esta carta será enviada al Acto Continental de Sao Paulo, antes referido.
En espera de su respuesta positiva.
A campanha pela Retirada das Tropas da ONU do Haiti na Argentina
Um ato público dia 14 na Universidade de Buenos Aires mandatou a delegação argentina ao Ato Continental de São Paulo. Presentes 35 jovens, militantes e sindicalistas da CTA (Central de Trabalhadores Argentinos), convocados pelo Comitê que faz campanha para a reeleita presidente Cristina Kirchner retirar seus 700 soldados do Haiti. Na mesa, Ignacio Kostzer, presidente da entidade estudantil, a FUBA, e membro da Juventud Rebelde, além, de Manuel Bertoldi, da Frente Dario Santillan, e Markus Sokol, do comitê brasileiro e Antoine Simounet do comitê argentino. Abaixo a declaração do Ato:
COMITÉ AMPLIADO PARA LA RETIRADA INMEDIATA DE LAS TROPAS ARGENTINAS DE HAITI
Defender la soberanía de Haití, es defender nuestra soberanía
A todos los trabajadores, jóvenes, intelectuales sinceramente a favor de la defensa de la soberanía nacional de Haití; Nosotros, participantes del acto del 14 de octubre en la Facultad de Ciencias Sociales convocado por el COMITE PARA LA RETIRADA DE LAS TROPAS ARGENTINAS DE HAITI, considerando que el acto permite de realizar un paso por adelante serio en la organización de la unidad de más trabajadores y jóvenes a favor de la defensa de la soberanía nacional de Haití, decidimos: 1/Refundar el Comité en COMITÉ AMPLIADO PARA LA RETIRAD INMEDIATA DE LAS TROPAS ARGENTINAS DE HAITI. 2/ De desarrollar una campaña masiva de firmas de la Carta abierta a la Presidenta para la retirada de las tropas argentinas de Haití. 3/ De proponer a los firmantes de dicha Carta abierta de integrar nuestro Comité con el objetivo de ampliar la necesaria unidad. 4/ De mandar una delegación del Comité al acto continental de San Pablo del 05 de Noviembre por el retiro inmediato de la Minustah de Haití gracias a una campaña financiera del Comité que garantiza su independencia. 5/ De organizar un plenario de devolución del acto del 05 de Noviembre y de preparación de una marcha frente a un ministerio publico para exigir el retiro inmediato. 6/ De dar mandato a la mesa integrada por Ignacio Kostzer, Manuel Bertoldi , y Antoine B. Simounet para coordinar las actividades del Comité.
Conferência Caribenha - 16 a 18 de novembro
Conferência Caribenha
De 16 a 18 de novembro, no Haiti, se reúne a Conferência caribenha operária independente. Por iniciativa da Aliança dos Trabalhadores e Camponeses do Caribe (ATPC) e do Comitê de seguimento da Comissão Internacional de Investigação (CII) sobre as conseqüências da ocupação militar no Haiti, a conferência se reúne para exigi a retirada imediata das tropas da Minustah, a anulação de toda a dívida do Haiti, o pagamento das reparações e indenização das vítimas do cólera.
Guadalupe el 15 de septiembre de 2011
A las Organizaciones del movimiento obrero del Caribe, Organizaciones democráticas del Caribe,
Queridos compañeros,
Del 16 al 20 de noviembre de 2011, la Asociación de los Trabajadores y de los Pueblos del Caribe, ATPC, en colaboración con el Comité de seguimiento de la Comisión internacional de investigación sobre la situación en Haití formado por organizaciones sindicales y populares haitianas, organiza una Conferencia del Caribe en Cap Haïtien, en Haití, sobre el tema:
¡Solidaridad con Haití, MINUSTAH fuera!
Ya el 20 de septiembre de 2009 en Port-au-Prince la Comisión internacional de investigación, CIE-H, constada de delegados venidos de Argelia, de Brasil, de los Estados Unidos, de Guadalupe y de Martinica concluía la síntesis de sus trabajos por « …
Resulta de la investigación conducida las observaciones y elementos de análisis siguientes:
- una realidad social, económica y política en plena delicuescencia;
- una subida del descontento, expresión del replanteamiento de la intervención militar de la ONU …»
Los testimonios permitieron ilustrar bajo distintos aspectos esta situación: a niveles Social, Económico y Político.
Después, la situación se empeoró: la introducción del cólera en Haití en octubre 2010, persecución de las violaciones (recientemente violación sobre un joven en Port-Salut), represión,…..
En el marco de la preparación de esta Conferencia:
- El pasado 18 mayo, día de la fiesta de la bandera haitiana, se organizó un día de solidaridad con el pueblo haitiano;
- El 25 de agosto de 2011 una delegación, compuesta de un responsable haitiano del Comité de seguimiento, de un camarada guadalupeño de LKP y miembro de la CIE-H, 2 camaradas americanos cuyo uno responsable de la CIE-H y el otro representante del Comité de Enlace Internacional de los Trabajadores y los Pueblos, se recibió a la Secretaría General de las Naciones Unidas, antes de los primeros debates sobre la renovación de las tropas de la MINUSTAH;
- El próximo 5 de noviembre tendrá lugar en Brasil, en Sao Paulo, una reunión continental para la retirada inmediata de las tropas de la ONU de Haití;
Solidaridad con Haití
En el momento en que:
- En Haití, millares de haitianos, a la llamada de las organizaciones democráticas, populares y sindicales, manifiestan casi cada día en las calles para exigir la retirada de las tropas y la reparación de los daños causados por el cólera aportado por las tropas de la MINUSTAH;
- En Brasil, el nuevo Ministro de Defensa, Celso Amorim, declara que « es hora de discutir una salida organizada, incluso con las Naciones Unidas, por supuesto. No sé si será en agosto, en diciembre, enero, no está allí el más importante » (Folha de S. Paulo, 10.08.11) ;
- El imperialismo, para hacer frente a la crisis mundial y al movimiento del pueblo, multiplica las guerras e intervenciones contra la soberanía de las naciones (como en Libia,….);
A esta conferencia se trata:
- de cruzar un paso suplementario en la ayuda concreta a los trabajadores y al pueblo de Haití;
- de proseguir el combate para la soberanía de Haití y la democracia;
Se trata de trabajar a la unidad de trabajadores y pueblos del Caribe y de sus organizaciones para avanzar hacia un Caribe de las naciones y pueblos, libres y fraternales, liberados del racismo, del colonialismo y de la explotación;
Se trata de cruzar un paso significativo en el combate para
La Retirada inmediata de las tropas de la MINUSTAH
La Anulación total de la deuda de HAITÍ
El Pago de las reparaciones
La Compensación de las víctimas del cólera
Queridos compañeros, la ATPC les invita que participen en esta Conferencia.
Reciba nuestros saludos fraternales y militantes