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22 de jun. de 2012

Repúdio às Tropas da Minustah – Batalhão Brasileiro – na Faculdade de Ciências Humanas de Porto Príncipe



Moção à Presidente da Republica Dilma Roussef
Repúdio às Tropas da Minustah – Batalhão Brasileiro – na Faculdade de Ciências Humanas de Porto Príncipe!
Pela Imediata Retirada das Tropas da ONU do Haiti!


São Paulo, junho de 2012
Prezada Presidente Dilma


Em resposta ao pedido do Coletivo de Reparação das Vitimas do Cólera, sobre a tentativa de ocupação da FASCH Faculdade de Ciências Humanas, em Porto Príncipe,  por tropas da Minustah, no qual escrevem “com grande indignação soubemos da intervenção e da intimidação das tropas da Minustah na Faculdade. Mais uma vez, a MINUSTAH demonstra o que são: uma verdadeira força de ocupação e repressão. Vemos mais uma vez que a nossa Constituição, nossas leis e o direito de não ter a nossa universidade violada, nada mais são do que palavras no papel para a MINUSTAH. Não podemos nos esque­cer que esta não é a primeira vez que a MINUSTAH tentou nos intimi­dar e sem nenhuma provocação, invadir o espaço da universidade”.
Por isso  nós, abaixo assinado, REPUDIAMOS com veemência mais esta ação das tropas da MINUSTAH – batalhão brasileiro - mo recinto da FASCH no último dia 15 de junho, 6ª feira.
O reitor da Universidade, Jean Vernet Henry denunciou que foram três tentativas de invasão no mesmo dia, gerando pânico entre estudantes e professores. “Os capacetes azuis brasileiros interrom­peram uma assembleia mista na faculdade. Não sabemos a razão desta visita delinquente e inoportuna. Foi um pânico generalizado. Ele acredita, porém, que “eles se enganaram de endereço. Eles devem ir ao Palácio Nacional, como força de ocupação, para fazer a segurança do presidente Michel Martelly. É uma vergonha para o país”.



Enviar Moções para

Gabinete Pessoal da Presidenta da República
Telefones: (61) 3411.1200 (61) 3411.1201 - Fax: (61) 3411.2222

4 de jun. de 2012

Comité por la retirada de las tropas argentinas y del Comité Solidaridad por Haití


1° de junio 2012: Jornada continental por el retiro inmediato de la Minustah de Haití

Buenos Aires: Delegación al Ministerio de Relaciones Exteriores



La delegación del Comité por la retirada de las tropas argentinas y del Comité Solidaridad por Haití :

Fernando Pita, CTA-capital*; Cecilia Córdoba, Juventud Rebelde-Rebelión*;  Manuel Martínez, Socialismo Libertario*; Ricardo Properzi, PSTU; Ezequiel Slafer; Antoine B. Simounet.     
(* Integra la Articulación de movimientos sociales hacia el ALBA, capitulo Argentina)




Las circunstancias

Toda vez que la Dirección de Ámerica Central, Caribe y México todavía
no había contestado al mail de solicitud de reunión, la delegación nos pidió (a Fernando Pita y a Antoine B. Simounet) de entregar en Mesa de Entrada el mandato adoptado y la Carta Abierta a la Presidenta.
La empleada de la Mesa de Entrada nos mando al 11° piso a la secretaria de la Dirección en cuestión para entregar directamente la documentación.
La secretaria no estaba y luego de un corto momento de espera, Andrea Rosconi - a cargo de la Dirección de América Central, Caribe y México- se presento a la puerta de la oficina y nos recibió.

La entrevista con  Andrea Rosconi, Directora de Ámerica Central, Caribe y México

Andrea Rosconi se presentó. Nos explicó que justo volvía de Haití y que no había recibido el mail de solicitud de reunión.
Le entregamos el Mandato y la Carta Abierta explicándole las reivindicaciones de nuestras organizaciones respecto a la ocupación militar de Haití: el retiro inmediato e unilateral de las tropas argentinas y el respeto de la soberanía del pueblo haitiano.
La Directora nos contestó que los cascos azules no era un tema de su competencia sino de la Dirección de Organizaciones Internacionales  a cargo del Ministro Pablo Tettamanti y nos propuso organizar una reunión con el en su presencia para la semana del 10 de junio; lo cual nos pareció muy positivo, incluso para que toda la delegación pueda participar.
Explic         amos a la Directora el contexto de la jornada continental en este día fecha del octavo aniversario de la ocupación militar de Haití y de la cual participan numerosas organizaciones del movimiento obrero y democrático de todo el continente. Le entregamos el primer boletín del Comité Continental que ilustra la iniciativa.
Hicimos 2 preguntas respecto a la soberanía de Haití:       

1/ “¿Se puede considerar como una medida conforme a la soberanía nacional, la organización de elecciones a la presidencia bajo el control de tropas extranjeras, y que fueron rechazadas por los haitianos incluso con marchas, mientras la Comisión Electoral Provisoria reconocía 76 % de abstención y designaba en un secreto absoluto, sin ningún control, al candidato victorioso Martelly? Como entender que la ONU reconoció el fraude y en el mismo tiempo reconoció a Martelly como Presidente?”


Repuesta: “Es verdad que hubo polémica respecto a esta elección, con el balotaje. Pero lo que más nos interesa es que ahora tenemos a un nuevo Primer Ministro Lamothe que parece preocupado por la integración regional de Haití. Es un gran cambio respecto a su predecesor”

2/ “Que tipo de relación se puede desarrollar con una administración de la cual cada decisión concreta está condicionada a la aprobación de la Comisión interina dirigida por Bill Clinton?”

Repuesta: “Esta comisión estuvo muy criticada, y es una razón por la cual estuvo disuelta el 12 de marzo pasado. Ahora es el Ministerio haitiano de Planificación y de Cooperación Externa que maneja los fundos de las inversiones extranjeras.”
Hablando de la misma comisión, la Directora agregó: “no reconstruyeron el país”.

De nuestro punto de vista, este mismo balance involucra a los cascos azules presentados con cinismo como una fuerza humanitaria de asistencia. Sera el objeto de la próxima delegación en la semana del 10 de junio de establecer la relación entre la situación material del país y la violación de la soberanía nacional de Haití. ¿Se puede reconstruir el país sin soberanía, en situación de ocupación militar por fuerzas extranjeras? ¿La opresión permite la reconstrucción?

      

Fernando Pita (CTA-cap), Antoine B. Simounet, integrantes del Comité
  

Ato em Florianópolis pela Retirada Imediata das Tropas do Haiti


No dia 1º. de junho, no Congresso da CUT de Santa Catarina/CECUT, aconteceu o ato pela retirada imediata das tropas do Haiti, a exemplo de outros atos realizados no Continente Americano e Caribe.

A mesa foi composta pela CUT nacional na pessoa do dirigente Júlio Turra que leu a Carta de saudação do Presidente da CUT nacional, pelo MST, pelo Movimento Negro Unificado, por um representante do Diálogo Petista - Vereador Battisti, pela pré-candidata à veradora/PT de Florianópolis, Luzia Cabreira, que defenderam a imediata retirada das tropas e denunciaram as mais diversas formas de violação dos direitos humanos pelas tropas de ocupação, como estupros, roubos/furtos de bens de camponeses, repressão ao direito de livre organização e manifestação, etc. 

Além disso, deixaram clara a disposição de continuarem na luta contra esta abominável forma de violência à soberania do povo do Haiti. 

No plenário, além de dezenas de delegados das mais diversas categorias de trabalhadores de SC estavam presentes dirigentes do SINTRAM/SJ, SINTRASEM, SINTESPE, do PT estadual, do PT de Fpolis e São José, do Sindicato dos Correios, da CUT/SC, do SINTE/SC, dentre outros. 

As intervenções foram bastante interessantes porque não se limitaram a repudiar mais este ataque à autodeterminação dos povos mas porque, também, trouxeram à discussão fatos e atos que estimularam os presentes a aderirem a mais esta luta contra o imperialismo.  

Hoje em Santa Catarina somos muito mais trabalhadores em luta pela imediata retirada das tropas do Haiti.


Ato em Brasília se soma à Jornada Continental pela retirada das tropas da ONU


No dia 1º de junho, dando sequencia ao ato continental de novembro de 2011, foi feito um ato no Palácio do Planalto para exigir de Dilma a retirada das tropas brasileiras do Haiti. Estavam presentes 150 estudantes de algumas escolas do DF.

Na preparação acontecerem 3 debates em escolas e pichações em muros da cidade, o curioso é que as pichações de gangues que não são legíveis seguem pelos muros, mas as que exigem a retirada das tropas foram apagadas na mesma semana.

Desde 2004 as tropas da ONU ocupam o país para o "estabilizar". Muitos casos de violações de direitos (estupro, rou­bo, violação do espaço universitário) são conhecidos por todos e foram amplamente denunciados por orga­nizações de Direitos Humanos, por organizações sindicais e populares. A introdução da epidemia do cólera pela MINUSTAH veio agravar essa ferida. Mais de 7.000 foram mortos pelo có­lera e mais de foram 500.000 infecta­dos.

Uma comissão formada por dirigentes sindicais e do movimento estudantil foi recebida por Audo Faleiro (Assessor do Secretário de Assuntos Internacionais da Presidência da República). A comissão era composta por: Ismael César e André (CUT-DF),  Oton Neves (Sindsep-DF), Jean Loiola (FENAJUFE), Marcius Siddartha (PT-DF), Milena Alcântara (UMES Gama) Jhonatan Lucas (UBES), Guilherme Shandler (Juventude Revolução-IRJ)  que apresentou ao assessor de Marco Aurélio Garcia nossa demanda e protocolou um dossiê que preparamos para dar conhecimento à Dilma dos diversos abusos cometidos pelas tropas da ONU no Haiti (repressão a passeatas, assassinato de estudantes e sindicalistas, estupros, perseguição a sindicalistas, etc). Após discussão sobre o tema, apresentando algumas divergências com nossas posições, Audo Faleiro se comprometeu a dar conhecimento da nossa reivindicação à presidente Dilma e marcar uma reunião com Gilberto Carvalho (Secretário-Geral da Presidência da República). Também sugeriu que fossem feitos debates em torno do tema no Congresso Nacional.

Seguimos a nossa luta exigindo algumas medidas em respeito à soberania do povo haitiano:

1. A anulação total e incon­dicional de todas as dívidas do Haiti
2. Fim das políticas de ajus­te estrutural
3. Pagamento pela França de 21 bilhões de dólares devidos à República do Haiti
4. Retirada imediata das forças de ocupação
5. Fim da CIRH (Comissão Interina de Reconstrução do Haiti, dirigida pelo ex-presiden­te americano Bill Clinton)
6. Indenização para todas as vítimas da MINUSTAH, pelas Nações Unidas.



15 de mai. de 2012

Chamado por uma Jornada Internacional de solidariedade e de mobilização com os trabalhadores e o povo do Haiti em 1º de junho de 2012


Boletim de Maio 

Desde junho de 2004, uma for­ça de ocupação multinacional insta­lou-se em nosso país, sob o patrocínio das Nações Unidas. Sua missão oficial é “estabilizar” o Haiti. Mas por trás desse objetivo declarado, sabemos que a força de ocupação está presente para garantir o projeto do imperialismo no Haiti: proteger os interesses das em­presas multinacionais e da burguesia local.

Em 1 de junho de 2012, fará oito anos a presença da MINUSTAH no Haiti. Durante esses oito anos, esta força chamada estabilizadora tornou-se tristemente célebre por seus abusos contra o povo haitiano. Muitos casos de violações de direitos (estupro, rou­bo, violação do espaço universitário) são conhecidos por todos e foram amplamente denunciados por orga­nizações de Direitos Humanos, por organizações sindicais e populares. A introdução da epidemia do cólera pela MINUSTAH veio agravar essa ferida. Mais de 7.000 foram mortos pelo có­lera e mais de foram 500.000 infecta­dos.

Diante dessa situação alarman­te, presenciamos em nosso país uma onda crescente de ódio e de mobiliza­ção contra a MINUSTAH. É nesse contexto que o Co­mitê de Acompanhamento e o Coletivo de Mobilização para a Indenização das Ví­timas do Cólera já organi­zaram diversas atividades de propaganda e mobiliza­ção para exigir a retirada imediata da MINUSTAH e a indenização das vítimas pela Nações Unidas.
Juntos exigimos:

1. A anulação total e incon­dicional de todas as dívidas do Haiti
2. Fim das políticas de ajus­te estrutural
3. Pagamento pela França de 21 bilhões de dólares devidos à República do Haiti
4. Retirada imediata das forças de ocupação
5. Fim da CIRH (Comissão Interina de Reconstrução do Haiti, dirigida pelo ex-presiden­te americano Bill Clinton)
6. Indenização para todas as vítimas da MINUSTAH, pelas Nações Unidas.

10 de nov. de 2011

Declaração de Mark Weisbrot e Alex Main ao Ato Continental

“É alentador ver grupos de todo o hemisfério reunidos em São Paulo para coordenar esforços para exigir que a Minustah saia do Haiti e mandar uma forte mensagem ao mundo declarando que a ocupação do Haiti é imoral e indefensável e deve acabar. Este grande Ato de solidariedade dá esperança ao povo do Haiti e sem duvida, dará lugar a um movimento global mais forte a favor da justiça e da dignidade para os haitianos”.

Leia a declaração completa [em inglês]

Mark Weisbrot é jornalista, com coluna quinzenal na Folha de São Paulo e diretor do CPR (*)
Alex Main é diretor do CPR
(*)Centro de Pesquisa Economica e Politica – Washington - EUA